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28 de nov de 2009

CASAL "CARA DE PAU" PENETRA EM JANTAR PRIVÉ NA CASA BRANCA SEM SER CONVIDADO



















A cerimônia foi classificada pela mídia norte-americana como a mais badalada e solene oferecida a um visitante estrangeiro durante o governo Obama.Tudo muito bem organizado com muita pompa e rigor. O jantar oficial na Casa Branca, para 320 convidados,era uma recepção oferecida pelo presidente Barack Obama ao primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.
Segundo informações da imprensa dos Estados Unidos, Tereq e Michaele Salahi, (foto) como por encanto, apareceram em meio aos sobrenomes ilustres sem serem convidados. O casal embora não tinha procedência nem nomes figurados na criteriosa lista dos preferidos, enganava-se muito bem. A dupla, apessoada, trajava convenientemente como impunha a ocasião. Mas, o fato de ter conseguido driblar o forte esquema de segurança, ninguém perdoa. Ainda mais penetrar naquele âmago e usufruir de todos os direitos, os mesmos gostos em igualdade com os mais refinados convivas ?
O presidente Obama, certamente, pecou pelo equívoco talvez, de tê-lo confundido com gente do seu metièr; posou com os dois para fotografia,(foto), bem como outros momentos foram registrados ao lado do vice- presidente Joe Biden, e de Rahm Emanuel, o chefe do gabinete de Obama. Desfilaram em meio aos grandes, bebericaram, comeram e, dançaram... literalmente, bem como, agora, "dançam", também, enfrentando o processo criminal que tramita contra eles em uma vara da capital. O crime que está sendo investigado pelos requintes de ousadia, não chega a ser maior do que o roubo de um minuto da fama que nem de leve lhes pertencia.














4 comentários:

  1. Isso é que é vontade de ser chique ...RS...

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  2. Isso tudo não passa de ser infuka dela.
    Veja a timidez dele?

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  3. Anna Alice Entreportes29 de novembro de 2009 05:53

    O QUE A VADADE HUMANA NÂO FAZ?

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  4. BREVEMENTE neste blog um comentário sobre o qual eu estou me informando melhor.O caso sigiloso foi abafado na mídia.O autor arrependido do seu feito, liberou a história pouco comum; mas, não abriu mão do "nome dos bois". Com razão.

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