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12 de jul de 2011

MORTE APÓS CIRURGIA DE SEPTO NASAL

-ALERTA AOS MISTÉRIOS        

A revolta do pai, estampada na face
-TODO CUIDADO DA FAMÍLIA É POUCO DESDE A MAIS SIMPLES INTERVENÇÃO



Negligência ou erro médico?Ao que tudo indica o ocorrido no Hospital-Dia, CirúrgicoSagrada Família- (PAM) na capital mineira está mais para mistério.
No dia  agendado pelo SUS, Neimar Antônio Neves, 39 anos, detentor de ótima saúde, deu entrada ao hospital acima referido para submeter a uma intervenção normal, não mais que uma cirurgia rápida para uma simples correção do septo nasal.

Sr. Manoel Neves, que teria ido embora depois de internar o filho para operar, volta e encontra-o convalescendo na sala de recuperação, normalmente; sentindo alguma dor comum à maioria  dos pós-operatórios. Despediu-se novamente de Neimar e juntos combinaram para que; tão logo houvesse a alta prometida,  Sr. Manoel voltaria para buscar o filho uma vez que foi informado por funcionário daquela unidade da impossibilidade da presença de acompanhante no local.

Em casa enquanto aguardava o comunicado do filho, Sr. Manoel estava por ali ouvindo um noticiário, fumando um cigarro... porém atento ao chamado do telefone que certamente não tardaria.
Mais de duas horas se foram para quem só aguardava a chegada do médico... O homem que não tinha motivo para intranqüilidade fica descontraído até ouvir o esperado chamado do seu celular. Satisfeito,enquanto posicionava o fone no ouvido, faz menção de ir ao encontro do amado filho a trazê-lo de volta ao convívio da família. Mas uma voz que não era a do filho tem um comunicado estranho a dizer. A presença do interlocutor no hospital seria imprescindível naquele momento.
“Estranho, não?” pensa o velho. Mas, tudo bem. Cumpre o chamado.
Quando chegou ao hospital, o pai do então vitimado recebe o duro comunicado de que o filho havia falecido e o corpo estava no IML para onde dirigiu sem acreditar no que ali presenciaria.
Havia sobre a mesa uma ficha dando conta de que o corpo do filho que ali jazia há mais de duas horas e meia era uma vítima de acidente de carro e estava ali, como indigente.

Aumente para melhor apreciação
“Como assim? Indigente? Se me ligaram, mesmo tardiamente!” A assessoria da Secretaria Municipal de Saúde informou que Neimar fora acometido de mal súbito. Conclusão: causa indeterminada.
A família contesta a informação recebida como incompatível com a saúde de “ferro” com a qual o moço vivia e questiona  sobre a   possível insuficiência de  assistência no pós-operatório.

E então, seria um mistério? A curiosidade sobre o que teria abatido contra o  rapaz de boa saúde, todos nós temos;  não é só a família do Sr. Manoel não.


5 comentários:

  1. Um choque para a família. Meus pêsames ao hospital.

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  2. Em que Brasil nós estamos ?Só se vê nego enxendo os bolsos em detrimento da pobreza infame.

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  3. Maria Izabel (mabeldrumond02@gmail.com)12 de julho de 2011 10:19

    I-s-s-o é u-m-a v-e-r-g-o-n-h-a como diz Boris Casoy. Dindin para arcar com as obrigações da saúde, não tem não.Faltam: enfermeiros,assistentes e médicos. No lugar deles; quebra-galhos,faxineiros, parteiros e ass (Ç)ougueiros. (È assim que escreve assougueiro, Mírian ?)Vai assim mesmo, eu tô nervosa.
    Mande-me um alô. Bjos.
    Maria Izabel

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  4. Bel,
    AÇOUGUEIRO (Ç)- proprietário ou empregado do açougue, diz a lexicologia popularmente definida como "mãe-dos-burros".
    O sentido pejorativo é por sua conta.Rs...
    Bjos.

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  5. vou fazer uma cirurgia no mesmo hospital depois desse fato fiquei traumatizada gostaria de saber o nome do medico por favor obrigado meus sentimentos.

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